3/05/2009

ermo

dos olhos uma
descomunal
tristeza

espalhando se corpo
afora

escorrendo pelos
ombros roçando
os cabelos atravessando

o peito de um a
outro
extremo

feito terra devastada



Adair Carvalhais Júnior

15 comentários:

fred disse...

Muito bom, Adair.
Abração.

Adair Carvalhais Júnior disse...

Obrigado Fred.

Apareça mais por estas bandas.

Amélia disse...

Concordo com o Fred.Beijo

Amélia disse...

Concordo com o que diz o Fred...e como poderia não o fazer?

Adair Carvalhais Júnior disse...

Gentileza sua, Amélia.

bj pra vc

Olavo disse...

Feito terra devastada..
perfeito..
abraço

Adrianna Coelho disse...


essa devastação é sentida no seu poema
e alcança outros olhos,
umedecendo-os.

lindo, adair!

Soledade disse...

Esfola cá dentro...

fernanda s.m. disse...

Adair, desculpe, mas ... como gostei muito, levei-o para brilhar na "estrela-da-madrugada". Pode ser ? Obrigada e desculpe.

Tatiana disse...

Hoje decidi visitar todos os blogs que acompanho.

E é com imenso carinho que
venho lhe desejar
um belo final de semana

Um abraço carinhoso

Adair Carvalhais Júnior disse...

Obrigado Olavo.
Pela presença e pelo comentário.

Adair Carvalhais Júnior disse...

Esta devastação consome, Adriana.

Adair Carvalhais Júnior disse...

Sim, Sol. E como !

Adair Carvalhais Júnior disse...

Claro, Fernanda.
Fique à vontade.

Adair Carvalhais Júnior disse...

Obrigado Tatiana.