no lugar do seu
sorriso uma
lembrança quase
morta no
alto daquela
serra quase
nada
no lugar dos
pássaros chuva
infindável e o
silêncio
da
dor
Adair Carvalhais Júnior
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7/24/2009
10/02/2008
rendição
o silêncio tange o
sino de tão
leve ninguém
escuta
Nana Botelho
minha garganta
árida buscava o
silêncio abismal da
tarde os sinos
mergulhados
inteiramente
neles
mesmos
feito chuva fina tua
voz percorreu minhas
ruínas meus
angustiados escombros
teu olhar roçando a
noite luziu sobre
os telhados açoitou minha
aurora
para sempre todos
meus dias saberão a
teu
hálito
Adair Carvalhais Júnior
sino de tão
leve ninguém
escuta
Nana Botelho
minha garganta
árida buscava o
silêncio abismal da
tarde os sinos
mergulhados
inteiramente
neles
mesmos
feito chuva fina tua
voz percorreu minhas
ruínas meus
angustiados escombros
teu olhar roçando a
noite luziu sobre
os telhados açoitou minha
aurora
para sempre todos
meus dias saberão a
teu
hálito
Adair Carvalhais Júnior
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