5/31/2010

cheia

sobre as inquietas
calçadas tombam as
palavras entre tantas
corredeiras confundem se

nas pedras nos
horizontes sem
fim dos
mares

desafinam no torpor
das tardes escorrem
pelas janelas
embrutecidas jazem

nos rios ermos na aurora

impermeável dos seus

olhos



Adair Carvalhais Júnior

7 comentários:

Ceci Pinheiro disse...

Oi poeta:
Como sua fã de carteirinha, só tenho a aplaudir esse poema que nos enche os olhos imaginários, nos penetra nos ouvidos com a sua melodia sublime e nos roça os poros, com a sua suavidade.
Abraço.

Adair Carvalhais Júnior disse...

Fico muito lisonjeado, Ceci. Por ser minha fã e por este comentário tão gentil e carinhoso.

'brigadão

E um gde abraço

Ponto de Fuga disse...

... chega a transbordar de tao lindo!!
Delicia para os olhos, ouvidos e mente..parabens Adair.
beijo
Alice

Adair Carvalhais Júnior disse...

Bom que você gostou, amiga.

Obrigado pela visita e pelo comentário tão gentil.

um beijo.

Mari Amorim disse...

Passei para ler teu poema,e desejar-lhe um excelente final de semana,
Boas energias,
Mari

Adair Carvalhais Júnior disse...

Obrigado Mari.

Mari Amorim disse...

Adair,
É sempre bom vir aqui.Obrigada pelo carinho da visita.
Grande abraço,boas energias,
Mari